Até já
Há mais de 2 anos que aqui venho.
Metamorfoseando, sou um pouco como aquele cliente fiel do café da esquina que religiosamente toma a sua bica ao balcão, enquanto debita a sua piada diária com o empregado atenciosamente sorridente.
Confesso que houve alturas em que isto se tornou um pouco viciante, em que não havia dia que não escrevinhasse o meu gracejo. E isso dava-me um certo gozo, confesso.
Este espaço foi-se tornando no ponto de encontro de algumas pessoas, não muitas, mas de algumas. Estranhamente, ou não, quase todas do sexo oposto (vulgo gaijas), que, atraídas pelo sugestivo título do blog, julgariam aqui encontrar um rol de narrativas de carácter duvidoso, quiçá uma ou outra foto comprometedora, enfim, um antro de devassidão e deboche constante…como logo puderam constatar, a minha vida não era assim tão interessante.
Como sabem, derepentemente (é uma estupidez esta palavra não existir) a minha vida tornou-se bem mais desafiante, assim como as vidas devem ser, e esta paixão esmoreceu, talvez fruto de um sobreaquecimento que o refrigerador do pc da covinhas já era incapaz de amainar. É como que se o blog passasse a ser a minha amante, sim, é isso! Sempre que agora aqui escrevo é de fugida, é com peso na consciência pois devia estar a fazer outras coisas que não esta, é com medo que o cheiro das teclas não saia dos meus dedos antes de chegar a casa.
Não vou deixar de aqui passar (tenho um post, para breve, que prometi à Elisabete) até porque isto continua a dar-me um certo gozo, confesso.
Antes de ir queria mandar um beijo aquelas pessoas com quem cruzava todos os dias no café e com quem fui criando cumplicidades: À So (pelo seu sentido de humor fantástico), à Divas (pelo seu interesse pelas coisas belas da vida), à Sónia (porque tem alma e palavras de poeta), ao Urso (porque amizades de 28 anos não se fazem todos os dias), ao Ka (kual woody Allen português) ao AAS (que teima em dizer que não é quem é, mas que proporcionou um fait diver engraçado na cidadezinha), e claro, à covinhas, que sempre se riu das minhas piadas, mesmo quando elas eram muito secas, que sempre comentou os meus posts, mesmo quando estes eram inarráveis, e se mais não digo é porque ela vai continuar a receber um beijo meu todos os dias, e daqueles repenicados.
Sim, é verdade que existem entregas de Óscares com menos agradecimentos, mas pelo menos não agradeci aos meus pais porque sem nada deles isto não teria sido possível (até porque não quero denegrir mais o nome da família).
Bom, vou andando por aí e sempre que puder também por aqui.
Até já ;)
Metamorfoseando, sou um pouco como aquele cliente fiel do café da esquina que religiosamente toma a sua bica ao balcão, enquanto debita a sua piada diária com o empregado atenciosamente sorridente.
Confesso que houve alturas em que isto se tornou um pouco viciante, em que não havia dia que não escrevinhasse o meu gracejo. E isso dava-me um certo gozo, confesso.
Este espaço foi-se tornando no ponto de encontro de algumas pessoas, não muitas, mas de algumas. Estranhamente, ou não, quase todas do sexo oposto (vulgo gaijas), que, atraídas pelo sugestivo título do blog, julgariam aqui encontrar um rol de narrativas de carácter duvidoso, quiçá uma ou outra foto comprometedora, enfim, um antro de devassidão e deboche constante…como logo puderam constatar, a minha vida não era assim tão interessante.
Como sabem, derepentemente (é uma estupidez esta palavra não existir) a minha vida tornou-se bem mais desafiante, assim como as vidas devem ser, e esta paixão esmoreceu, talvez fruto de um sobreaquecimento que o refrigerador do pc da covinhas já era incapaz de amainar. É como que se o blog passasse a ser a minha amante, sim, é isso! Sempre que agora aqui escrevo é de fugida, é com peso na consciência pois devia estar a fazer outras coisas que não esta, é com medo que o cheiro das teclas não saia dos meus dedos antes de chegar a casa.
Não vou deixar de aqui passar (tenho um post, para breve, que prometi à Elisabete) até porque isto continua a dar-me um certo gozo, confesso.
Antes de ir queria mandar um beijo aquelas pessoas com quem cruzava todos os dias no café e com quem fui criando cumplicidades: À So (pelo seu sentido de humor fantástico), à Divas (pelo seu interesse pelas coisas belas da vida), à Sónia (porque tem alma e palavras de poeta), ao Urso (porque amizades de 28 anos não se fazem todos os dias), ao Ka (kual woody Allen português) ao AAS (que teima em dizer que não é quem é, mas que proporcionou um fait diver engraçado na cidadezinha), e claro, à covinhas, que sempre se riu das minhas piadas, mesmo quando elas eram muito secas, que sempre comentou os meus posts, mesmo quando estes eram inarráveis, e se mais não digo é porque ela vai continuar a receber um beijo meu todos os dias, e daqueles repenicados.
Sim, é verdade que existem entregas de Óscares com menos agradecimentos, mas pelo menos não agradeci aos meus pais porque sem nada deles isto não teria sido possível (até porque não quero denegrir mais o nome da família).
Bom, vou andando por aí e sempre que puder também por aqui.
Até já ;)



