A Bola de Futebol de Felpo de facto Prende
A conversa decorria de forma prazenteira e em clima amistoso, quando, por mero acaso, o verniz estalou. A culpada: A bola de Felpo.
Fruto de divergências inconciliáveis o meu primo lança-se ao ataque no seu blog:
“Porque fico cego face a tal calúnia queria convidar, aliás, pedir aos demais leitores deste blog que me digam de vossa justiça se acham, ou não, que - e repito - uma bola de futebol de felpo num chão de madeira (taco) prende em vez de deslizar suavemente.”
A minha réplica é clara e julgo não deixar grandes margens para quaisquer dúvidas. Eis a minha exposição do referido assunto:
Que o meu primo é um homem inteligente ninguém o dúvida. Mais do que inteligente, e talvez essa seja uma característica comum aos homens inteligentes, as suas ideias não são pressionáveis, ou impressionáveis, pelos cogitações vigentes.
No fundo, quero eu dizer que o homem pensa, e pensa pela sua cabeça.
Chegados a este ponto, e partindo desta assumpção, avançamos então para o desmantelamento da argumentação da referida personagem: uma bola de futebol de felpo num chão de madeira (taco) prende em vez de deslizar suavemente.
A minha argumentação, contrária a esta, está assente nos mais sólidos pilares: a experiência.
Desde que me lembro que jogo futebol, mais do que ter sido atleta federado, tenho uma profunda paixão por bolas (nada de piadas duvidosas). Iniciei a minha actividade no corredor da minha antiga casa, depois passei para a cave na nova casa, joguei futebol no pátio, nas garagens no campo pelado no campo relvado no pavilhão no cimento e até em relva sintética. Não joguei com nenhuma bola de bexiga de porco, mas são diversos e variados os materiais das bolas com que joguei.
Do que falo eu?
Experiência vivida no terreno.
O que é o meu primo provavelmente anda a fazer neste momento? Decerto que investiga no google as propriedades químicas do felpo e uma ou outra tese de doutoramento que abordam esta temática e as propriedades químicas do referido elemento que justifiquem a sua pueril afirmação.
Meu caro primo, é imutável: O felpo prende.
Poderás lançar uma bola “normal” e outra de felpo e dir-me-ás que elas rolam à mesma velocidade e a mesma distância. Joga, como eu já o fiz, com a referida bola, e verás que perante as vicissitudes do jogo, e falo principalmente quando: Em corrida se coloca a parte de fora do pé, com um algum grau de inclinação, em contacto com a bola.
Já me aconteceu. Caí. O felpo prendeu. A sua aderência é bastante superior à de uma bola normal. Seria bom para jogar andebol, por exemplo, ou por isso é que a usam no ténis, para diminuir a velocidade da bola quando ela embate no chão.
Que te posso dizer mais, lúcido mas pouco vivido futebolisticamente primo?
Fruto de divergências inconciliáveis o meu primo lança-se ao ataque no seu blog:
“Porque fico cego face a tal calúnia queria convidar, aliás, pedir aos demais leitores deste blog que me digam de vossa justiça se acham, ou não, que - e repito - uma bola de futebol de felpo num chão de madeira (taco) prende em vez de deslizar suavemente.”
A minha réplica é clara e julgo não deixar grandes margens para quaisquer dúvidas. Eis a minha exposição do referido assunto:
Que o meu primo é um homem inteligente ninguém o dúvida. Mais do que inteligente, e talvez essa seja uma característica comum aos homens inteligentes, as suas ideias não são pressionáveis, ou impressionáveis, pelos cogitações vigentes.
No fundo, quero eu dizer que o homem pensa, e pensa pela sua cabeça.
Chegados a este ponto, e partindo desta assumpção, avançamos então para o desmantelamento da argumentação da referida personagem: uma bola de futebol de felpo num chão de madeira (taco) prende em vez de deslizar suavemente.
A minha argumentação, contrária a esta, está assente nos mais sólidos pilares: a experiência.
Desde que me lembro que jogo futebol, mais do que ter sido atleta federado, tenho uma profunda paixão por bolas (nada de piadas duvidosas). Iniciei a minha actividade no corredor da minha antiga casa, depois passei para a cave na nova casa, joguei futebol no pátio, nas garagens no campo pelado no campo relvado no pavilhão no cimento e até em relva sintética. Não joguei com nenhuma bola de bexiga de porco, mas são diversos e variados os materiais das bolas com que joguei.
Do que falo eu?
Experiência vivida no terreno.
O que é o meu primo provavelmente anda a fazer neste momento? Decerto que investiga no google as propriedades químicas do felpo e uma ou outra tese de doutoramento que abordam esta temática e as propriedades químicas do referido elemento que justifiquem a sua pueril afirmação.
Meu caro primo, é imutável: O felpo prende.
Poderás lançar uma bola “normal” e outra de felpo e dir-me-ás que elas rolam à mesma velocidade e a mesma distância. Joga, como eu já o fiz, com a referida bola, e verás que perante as vicissitudes do jogo, e falo principalmente quando: Em corrida se coloca a parte de fora do pé, com um algum grau de inclinação, em contacto com a bola.
Já me aconteceu. Caí. O felpo prendeu. A sua aderência é bastante superior à de uma bola normal. Seria bom para jogar andebol, por exemplo, ou por isso é que a usam no ténis, para diminuir a velocidade da bola quando ela embate no chão.
Que te posso dizer mais, lúcido mas pouco vivido futebolisticamente primo?

pá...eu não me vou pronunciar. futebol só mesmo como espectadora :)
Posted by
covinhas |
4:11 PM
ok...depois de pensar dois segundos, visualizando a dita bola...acho que mais provavelmente ela prende do que desliza...
Posted by
covinhas |
4:13 PM
eu de bolas de felpo nao sei, mas meiocas de la num chao de taco nao prendem, deslizam! :) Foi assim que eu descobri o meu talento inato para a patinagem artistica indoor :P
Posted by
so |
9:29 AM
piores eram aquelas bolas moles, tipo anti-stress, que ficavam debaixo do pé.
mas é verdade q as de felpo criam um certo atrito... lá isso é.
Posted by
Papá Urso |
10:52 AM