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segunda-feira, dezembro 27, 2004 

O Público acertou.

Bom, e chega então ao fim a novela (retratada aqui) do plágio dos referidos blogues. O último episódio surge-nos através do provedor de leitor, Joaquim Furtado - que devia ser de leitura obrigatória para todos os futuros e actuais jornalistas.

A forma como o Público reagiu a esta “crise” corresponde a imagem que eu, e julgo que a maioria das pessoas, têm do Jornal. Rigoroso, extremamente profissional e transparente. Foram estes predicados que permitiram que se tornasse, não só num jornal de referência, mas também daqueles que tem um público mais fiel.

Ao reagir atempadamente, de uma forma directa e sem ambiguidades, o “Público” não só reconhece a gravidade do seu erro - demonstrando a sua “humanidade” – reforça a sua ligação com o leitor, demonstrando que este é parte activa na "construção" do mesmo, e, por último, aplica medidas severas para que estes não se repitam.

Conclusão: Uma Jornalista apanhou um puxão de orelhas, a outra, ficou sem elas.

Concordo com quase tudo o que disseste. Mas há uma coisa que eu acho muito grave. É uma jornalista já com alguns anos de profissão fazer uma coisa destas. Citar um blog, uma conversa, sem dizer com quem a teve. mesmo que os autores sejam anónimos, isso não se pode fazer. Mais facilmente entendo o erro da estagiária...
A atitude dos editores e do director, foi, para mim, a que deviam ter tido...

Sim, talvez eles amenizem um pouco o primeiro caso. Contudo, julgo que não se pode comparar com o segundo caso, onde inclusivamente existem transcrições exactas do blog.

A atitude do editor e director foi realmente a que deviam ter tido, mas quantas vezes, principalmente quando somos nós os autores do erro, não minimizamos ou subvalorizamos a dimensão do nosso erro?

Mas para mim nãó é a questão do minimizar ou não...eu não percebo como é que a jornalista, que trabalha num jornal como o Público, se dá ao luxo de fazer uma coisa destas. Isto é daquelas coisas que não se fazem...tiras a ideia, tudo bem, mas não "transcreves" q ideia sem dizer de quem é!!
Poe-te no lado oposto...de veres o que escreveste num outro jornal. É estranho. a mim já me aconteceu algumas vezes. Fico a olhar para aquilo e a pensar que fui eu que escrevi, a ideia e as palavras são minhas. Mas estão noutro jornal. Penso como é que um jornalista é capaz de copiar o texto de um outro colega..que até vai ler a "cópia". Estas coisas fazem-me confusão.
As citações são muitas vezes uma mais valia para os jornalistas. Temos é de usá-las, citando sempre a fonte, mesmo que anónima...

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